Livro II · Alfaias · n.º 17 · col. 1561

A Tunicela The Tunicle

Livro II — As alfaias e os paramentos · texto corrido · 1 parágrafos · 7 notas da tradutora · português, com o inglês a um clique

A túnica do bispo, que também se chama tunicellam, deve ser tecida de seda leve. Deve ser um pouco mais estreita e mais curta que a dalmática descrita abaixo.

Notas da tradutora

Notas e comentários de Evelyn Voelker, tradutora inglesa; as referências bibliográficas ficaram como na fonte.

Parece haver certa confusão quanto aos termos tunicela, tunicella e dalmática. O que Fortescue-O'Connell(1) afirma sobre a tunicela, a tunicella e a dalmática está próximo do que Borromeu diz. “O subdiácono, na Missa, usa o amito, a alva, o cíngulo, o manípulo, não usa estola, mas uma tunicela (tunicella) feita praticamente com o mesmo formato da dalmática do diácono, porém com mangas mais longas e estreitas (Caer., I, x, I).”

Noonan(2) afirma que a tunicela só foi adotada como peça dos paramentos da Igreja em 829.

Ao comentar Durando, Passmore observa que as “duas túnicas” que

Durando faz o bispo usar são, na realidade, uma dalmática e uma tunicela. A túnica que chegava aos pés simbolizava a Perseverança(3).

  1. Foretescue-O'Connell, p. 12

  2. Noonan, p. 344

  3. Durandus, p. 77

Fonte: Instructiones fabricae et supellectilis ecclesiasticae (Milão, 1577), de São Carlos Borromeu, na tradução inglesa Instructions on Church Building, de Evelyn Voelker, publicada em credobiblestudy.com. Tradução para o português brasileiro do Lírio Católico, feita a partir do inglês — não do latim —, por isso o texto inglês está sempre a um clique: o botão Inglês abre o de cada seção, e o botão Ver original em inglês o coloca ao lado do português. As notas numeradas e as fontes citadas são da tradutora inglesa; as referências bibliográficas ficaram como na fonte.