Os pálios, um usado para cobrir a Santíssima Eucaristia e o outro para as procissões solenes, devem ser de seda ou de tecido entretecido com ouro ou prata. Contudo, pode-se fazer um pálio menos precioso de meia-seda ou, pelo menos, de “zambelloto”.
A parte superior deve ser coberta com algodão e com um ornamento em toda a volta, de faixas duplas, que penderão cerca de doze onças e às quais serão costuradas franjas bastante longas em todos os lados. Além disso, uma haste será inserida entre as duas faixas, de modo que, presa e fixada ao tecido, mantenha bem esticadas as laterais do pálio. Nas esquinas e nas laterais do pálio, serão colocadas hastes pintadas, em intervalos regulares, quatro ou mais, conforme o tamanho do pálio, para levantá-lo e carregá-lo.
Os pálios devem ser vermelhos onde se segue o rito ambrosiano, e brancos onde se usa o rito romano.
O terceiro pálio, a ser usado quando a Santíssima Eucaristia for levada por caminhos e vielas estreitas, deve ser tal que, quando aberto em círculo, tenha um diâmetro de cerca de três côvados e seja um tanto pontudo no alto. Além disso, será circundado por uma pequena faixa do mesmo material, com uma franja ao redor.
Será sustentado por uma única haste, do alto da qual irradiarão varetas de madeira para sustentar o pálio em toda a sua extensão. Essa haste deve ser curvada no meio de tal modo que, quando segurada pela pessoa que segue o sacerdote, ainda cubra inteiramente a cabeça do sacerdote.