Os vasos da catedral basilical nos quais se preparam os santos óleos devem ser de prata ou, pelo menos, de puro e precioso estanho britânico.
Devem ter a forma de uma ampola, isto é, com o bojo grande e bojudo, que se eleva gradualmente até um pescoço redondo, sem qualquer cinzeladura. Devem ter uma boca grande e aberta. Na parte inferior, devem estreitar-se gradualmente e arredondar-se em forma globular. O pé deve ser estreito na parte superior e mais largo na inferior, para que seja muito estável.
Devem ter duas asas, cinzeladas no ponto em que se unem ao vaso.
Devem ter uma tampa hemisférica, com uma pequena cruz fixada no alto, presa [ao vaso] por uma dobradiça de estanho ou de prata, de modo que [quando aberta] penda completamente para trás, para que não impeça as mãos do Bispo consagrante quando ele abençoar os óleos com o sinal da cruz.
Na parte superior dianteira do bojo, deve ser devidamente soldado e firmemente fixado um pequeno bico, pelo qual se derramará o óleo. Esse bico será largo na parte inferior e se tornará gradualmente menor à medida que subir até a mesma altura do vaso; no alto, curvar-se-á para fora, formando uma abertura estreita.
Serão preparados três vasos da forma prescrita: um para o óleo do santo crisma, outro para o óleo da extrema-unção e outro para o óleo dos catecúmenos.
Cada vaso deve ser distinguido por uma inscrição em letras maiúsculas douradas. Cada um dos vasos de óleo terá o tamanho adequado às necessidades da catedral basilical e deverá, em todo caso, ter dimensões tais que possa ser facilmente transportado e manuseado no rito da consagração.