O cálice será de ouro puro ou, se isso não for possível por causa de recursos limitados, de prata pura, dourada tanto por dentro como por fora. O pé pode ser de latão dourado, caso não possa ser de ouro ou prata porque a igreja é demasiado pobre. O pé terá largura proporcional, de modo que o cálice fique firmemente apoiado onde quer que seja colocado e não possa tombar. Será octogonal ou hexagonal, ou de alguma outra forma semelhante.
Haverá, na superfície do pé, decorações alusivas a algum mistério sagrado da Paixão. Essas decorações, contudo, não devem dificultar o manuseio. Em nenhum caso haverá decorações de natureza vã e fútil.
O nó central, convenientemente decorado, não terá saliências que possam tornar desconfortável segurar o cálice ou ferir os dedos, sobretudo no momento em que, durante a Missa, o sacerdote celebrante segura o cálice com o polegar e o indicador de ambas as mãos. A copa, consideravelmente estreita na parte inferior, deverá abrir-se gradualmente até a borda superior, que não deverá curvar-se para dentro nem para fora.
O maior e mais precioso cálice, de ouro puro e decorado com imagens sagradas cinzeladas, usado nas Missas solenes, terá pelo menos dezoito onças de circunferência. Terá, ao todo, quatorze onças de altura e será mais capacioso nas igrejas catedrais, colegiadas e paroquiais insignes. O cálice pequeno, usado na Missa não solene, terá quatorze onças de circunferência e doze onças de altura.