A cruz é o único sacrifício de Cristo, mediador único entre Deus e os homens
(502). Mas porque, na sua pessoa divina encarnada. «Ele Se uniu, de certo modo, a cada homem»
(503), «a todos dá a possibilidade de se associarem a este mistério pascal, por um modo só de Deus conhecido»
(504). Convida os discípulos a tomarem a sua cruz e a segui-Lo
(505) porque sofreu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigamos os seus passos
(506). De facto, quer associar ao seu sacrifício redentor aqueles mesmos que são os primeiros beneficiários
(507). Isto realiza-se, em sumo grau, em sua Mãe, associada, mais intimamente do que ninguém, ao mistério do seu sofrimento redentor
(508):
Há uma só escada verdadeira fora do paraíso; fora da cruz, não há outra escada por onde se suba ao céu» (509).