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Pala fúnebre(Funeral Pall)

Um tecido preto geralmente estendido sobre o caixão enquanto os obsequios são realizados para uma pessoa falecida. Geralmente, possui uma cruz branca trabalhada por toda a sua extensão e largura. O Ritual Romano não prescreve seu uso no sepultamento de um sacerdote ou leigo, mas o faz para a absolvição dada após uma missa de réquiem quando o corpo não está presente. No entanto, a Congregação de Ritos Sagrados supõe sua existência, uma vez que proíbe os eclesiásticos, especialmente em vestes sagradas, de atuarem como porta-bandeiras para um sacerdote falecido (3110, 15). Também proíbe o uso de um pali transparente branco com bordas douradas no funeral dos cônegos (3248, 3). O "Ceremoniale Episcoporum" ordena uma cobertura preta sobre a cama de estado para um bispo falecido. Era costume convidar especialmente pessoas para carregar o pallium ou, pelo menos, tocar suas bordas durante a procissão. Esses porta-bandeiras frequentemente tinham os pallia feitos de materiais muito custosos e estes eram posteriormente utilizados como vestes sagradas. Antigamente, dalmáticas ou até mesmo coberturas retiradas do altar eram usadas como pallium para um papa falecido, mas, devido a abusos que surgiram, essa prática foi suprimida. No Concílio de Auxerre (578, cânon xii) e nos estatutos de São Bonifácio, o pallium que cobria o corpo foi proibido.

A black cloth usually spread over the coffin while the obsequies are performed for a deceased person. It generally has a white cross worked through its entire length and width. The Roman Ritual does not prescribe its use in the burial of a priest or layman, but does so for the absolution given after a requiem when the body is not present. Still the Congregation of Sacred Rites supposes its existence, since it forbids ecclesiastics, especially in sacred vestments, to act as pall-bearers for a deceased priest (3110, 15). It also forbids the use of a white transparent pall fringed with gold in the funeral of canons (3248, 3). The "Ceremoniale Episcoporum" orders a black covering on the bed of state for a deceased bishop. It was once customary specially to invite persons to carry the pall, or, at least, to touch its borders during the procession. These pall-bearers frequently had the palls made of very costly materials and these were afterwards made into sacred vestments. Formerly dalmatics or even coverings taken from the altar were used as a pall for a deceased pope, but, on account of abuses that crept in, this practice was suppressed. In the Council of Auxerre (578, can. xii) and in the statutes of St. Boniface the pall hiding the body was forbidden.

Na Igreja Inglesa, o véu funerário era regularmente empregado. Assim, lemos que, no funeral de Richard Kellowe, Bispo de Durham (m. 1316), Thomas, Conde de Lancaster, ofereceu três véus vermelhos adornados com o brasão do prelado falecido. Na mesma ocasião, Eduardo II da Inglaterra enviou véus de tecido dourado. Na sepultura de Arthur, filho de Henrique VII, Lord Powys colocou um rico tecido de ouro sobre o corpo. Véus semelhantes de rico valor foram usados nas exéquias de Henrique VII e da Rainha Maria.

In the English Church the funeral pall was regularly employed. Thus we read that, at the funeral of Richard Kellowe, Bishop of Durham (d. 1316), Thomas Count of Lancaster offered three red palls bearing the coat of arms of the deceased prelate. On the same occasion Edward II of England sent palls of gold cloth. At the burial of Arthur, son of Henry VII, Lord Powys laid a rich cloth of gold on the body. Similar rich palls were used in the obsequies of Henry VII and of Queen Mary.