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Claude Ferdinand Gaillard(Claude Ferdinand Gaillard)

Um gravador e pintor francês; nasceu em Paris, 7 de janeiro de 1834; faleceu lá, 27 de janeiro de 1887. Seus primeiros estudos foram provavelmente com Hopwood e Lecouturier; mas seu principal mestre foi Cogniet, com quem começou a gravar em 1850. Nesse ano, ingressou na Ecole des Beaux-Arts. A princípio, teve que gravar chapas de moda para ganhar dinheiro o suficiente para viver, mas sua aplicação determinada à sua arte lhe rendeu o Prix de Rome para gravação, em 1856. Em sua primeira exibição pública em 1860, suas gravuras foram consideradas trabalhadas, suaves e flácidas, mais parecidas com águas-fortas do que com trabalho de buril, e foi aconselhado a aderir às regras estabelecidas de sua arte. Gaillard já havia escolhido um novo método, e seu trabalho foi um choque, pois não foi feito de acordo com as fórmulas que aprisionavam os gravadores daquela época. Ele era um inovador tal que em 1863 esteve entre os "refusés", mas em sua exposição seu retrato de Bellini foi saudado por Burty como a obra de um mestre, "que gravou com cuidado religioso e mostrou um alto talento clássico". O estilo de Gaillard — o novo estilo — era gravar com linhas suaves e delicadas, desenhadas de perto, mas sem se cruzarem, e representar com uma delicadeza vaporosa cada dobra, ruga ou marca na pele com um cuidado semelhante ao de Van Eyck. Daí em diante, Gaillard foi representado por gravuras e pinturas em todos os Salões. É mais conhecido por seu "L'Homme à l'Oeillet", que lhe rendeu apenas 100 dólares. Esta obra-prima foi concluída em oito dias — o rosto em um.

A French engraver and painter; b. at Paris, 7 Jan., 1834; d. there, 27 Jan., 1887. His early studies were probably with Hopwood and Lecouturier; but his chief master was Cogniet, with whom he began engraving in 1850. In this year, he entered the Ecole des Beaux-Arts. At first he had to engrave fashion-plates to make money enough to live, but his determined application to his art brought him the Prix de Rome for engraving, in 1856. At his first public showing in 1860, his prints were called laboured, soft, and flaccid, more like dry-point etchings than burin work, and he was advised to adhere to the established rules of his art. Gaillard had already chosen a new method, and his work was a shock, because not done according to the formulae that trammelled engravers of that day. He was such an innovator that in 1863 he was among the "refusés", but in their exhibition his portrait of Bellini was hailed by Burty as the work of a master, "who engraved with religious care and showed a high classical talent". Gaillard's manner — the new manner — was to engrave with soft, delicate lines, drawn closely together but not crossing, and to render with vaporous delicacy every fold, wrinkle, or mark on the skin with Van Eyck-like care. Henceforth Gaillard was represented by engravings and paintings at every Salon. He is best known by his "L'Homme à l'Oeillet", which brought him only $100. This masterpiece was completed in eight days — the face in one.

Seus admiráveis retratos de Pio IX e Leão XIII, amplos em efeito geral, embora trabalhados com zelo e realismo microscópico, elevaram "o estudioso indomado" à categoria de gravador mais célebre de sua época. Outra grande placa é a de São Sebastião, modelada com toques delicados, mostrando contornos estudados, sutil chiaroscuro e um maravilhoso relevo. "Meu objetivo", disse ele, "não é encantar, mas ser verdadeiro; minha arte é dizer tudo." Seu trabalho maravilhoso levou muitos a suspeitar que ele tinha algum processo secreto ou misterioso "tour de main", mas era sua mente penetrante e seu olhar observador que capturavam a alma por trás do rosto humano. Gaillard foi condecorado em 1876, tornou-se oficial da "Légion d'Honneur" em 1886 e Presidente da Société des Graveurs au Burin em 1886. Logo antes de sua morte, o Governo pediu que ele gravasse "A Última Ceia" e "Mona Lisa" de Leonardo da Vinci. Como pintor, Gaillard era preciso, minucioso e consciencioso; ainda assim, suas pequenas telas são impactantes, exibem grande poder de caracterização e são grandiosas em seu "conjunto". Ele pintava o rosto humano como o gravava — com a precisão e exatidão dos primeiros flamengos. Suas gravações catalogadas somam 80; sua "Virgem" após Bellini merece menção especial.

His admirable portraits of Pius IX and Leo XIII, broad in general effect although worked with microscopic zeal and realism, raised "the insubordinate scholar" to the rank of the most celebrated engraver of his day. Another great plate is the St. Sebastian modelled with delicate touches, and showing studied outline, delicate chiaroscuro, and a marvellous relief. "My aim" he said "is not to charm, but to be true; my art is to say all." His marvellous work led many to suspect he had some secret process or mysterious "tour de main", but it was his penetrating mind and observant eye that seized the soul beneath the human face. Gaillard was decorated in 1876, became officer of the "Légion d'Honneur" in 1886, and President of the Société des Graveurs au Burin in 1886. Just before his death the Government ordered him to engrave Leonardo da Vinci's "Last Supper" and "Mona Lisa". As a painter Gaillard was accurate, minute and conscientious; yet his small canvases are effective, exhibit great power of characterization, and are large in their "ensemble". He painted the human face as he engraved it — with the precision and exactitude of the early Flemings. His catalogued engravings number 80; his "Virgin" after Bellini deserves special mention.