Bispo de Éfeso (444-448). Como sacerdote de Éfeso, as obras de caridade de Bassiano conquistaram de tal modo a afeição do povo que seu bispo, Mennon, movido por ciúmes, buscou removê-lo promovendo-o ao Bispado de Evaza. Bassiano repudiou a consagração à qual foi violentamente forçado a se submeter, atitude aprovada pelo sucessor de Mennon, Basílio. Com a morte deste (444), Bassiano sucedeu-lhe e, embora o entusiasmo popular tenha desconsiderado o procedimento canônico, sua eleição foi confirmada por Teodósio II e relutantemente por Proclo, Patriarca de Constantinopla. Bassiano reinou ininterruptamente por quatro anos. Na celebração da Páscoa em 448, foi sequestrado por uma multidão e aprisionado. O imperador foi implorado para removê-lo, e o caso foi encaminhado ao Papa Leão I e aos Bispos de Constantinopla, Alexandria e Antioquia, que declararam a eleição inválida. Estêvão, a quem Bassiano chamou de líder de seus oponentes, foi eleito em seu lugar. O Concílio de Calcedônia, em 29 de outubro de 451, considerou o apelo de Bassiano para ser reintegrado e estava disposto a favorecê-lo, mas devido às complexas irregularidades do caso, julgou-se aconselhável declarar a sé vacante. Bassiano e Estêvão foram aposentados com uma pensão e dignidade episcopal. Durante o processo, Estêvão citou a carta do Papa Leão depondo Bassiano, documento infelizmente perdido.
Bishop of Ephesus (444-448). As a priest of Ephesus the charities of Bassianus so won the affection of the people that his bishop, Mennon, aroused to jealousy, sought his removal by promoting him to the Bishopric of Evaza. Bassianus repudiated the consecration to which he was violently forced to submit, an attitude approved by Mennon's successor, Basil. On the latter's death (444) Bassianus succeeded him and though popular enthusiasm disregarded canonical procedure his election was confirmed by Theodosius II and reluctantly by Proclus, Patriarch of Constantinople. Bassianus reigned undisturbed for four years. At the Easter celebration in 448 he was seized by a mob and imprisoned. The emperor was importuned to remove him, and the case was referred to Pope Leo I and the Bishops of Constantinople, Alexandria, and Antioch, who declared the election invalid. Stephen, whom Bassianus called the ringleader of his opponents, was elected in his stead. The Council of Chalcedon on 29 October, 451, considered the plea of Bassianus for reinstatement and was disposed to favour him, but owing to the complex irregularities of the case it was deemed advisable to declare the see vacant. Bassianus and Stephen were retired on a pension with episcopal dignity. During the process Stephen cited Pope Leo's letter deposing Bassianus, a document unfortunately lost.
Fontes:
Sources:
- Hardouin, Atos dos Concílios (Paris, 1714), II, 546-558
- Tillemont, Memórias (Veneza, 1722), XV, 460-465, 690-692, 895-896
- Hefele, História dos Concílios (Friburgo, 1875), II, 495-497
- trad. (Edimburgo, 1883), III, 370-376
- Venables no Dicionário de Biografia Cristã, I, 298.
- Hardouin, Acta Concil. (Paris, 1714), II, 546-558
- Tillemont, Mémoires (Venice, 1722), XV, 460-465, 690-692, 895-896
- Hefele, Conciliengesch. (Freiburg, 1875), II, 495-497
- tr. (Edinburgh, 1883), III, 370-376
- Venables in Dict. Christ. Biog., I, 298.