Tique
(do gr. tykhé, acaso, azar). Tem sido empregado no sentido de fortuna, sorte, evento, fado, de indeterminismo, casualismo.
O termo foi incorporado na filosofia pela aplicação feita por Peirce, que defendeu a tese de uma indeterminação absoluta, não apenas como nossa ignorância subjetiva das causas, mas a ausência total de causação no cosmos, em que as repetições e semelhanças se dão ao acaso e não por uma razão suficiente essencial.