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Simbiose Social

Parasitismo

Os indivíduos componentes de um grupo social podem ser, por sua vez, componentes de muitos outros. Dessa forma, vários grupos heterogêneos, diferentes portanto, podem ser constituídos por partes dos mesmos indivíduos. Na vida prática, a simples observação nos mostra quanto influi numa sociedade recreativa a penetração de elementos pertencentes a um grupo político, quando estes formam um número capaz de influir na sociedade. É fácil encontrarem-se exemplos de interpenetração dos grupos em outros, pela ação dos elementos que os compõem. Se tais aspectos são convenientes ou não, é discussão da sociologia mas o que é importante é serem tais fatos normais na esfera sociológica.

Assim, na vida social, os indivíduos se separam ou se unem. E nas formações dos grupos sociais aumentam ou diminuem a separabilidade dos indivíduos.

Os cogumelos e o musgo cooperam, isto é, ajudam-se mutuamente. É a simbiose que não se deve confundir com o parasitismo. Este é opositivo e negativo. A planta, que é parasita, tira para si e não dá. A simbiose é positiva, porque ambas cooperam.

Há, também, na sociedade humana parasitismo e simbiose. Os grupos sociais podem ser parasitários ou simbióticos, em relação a outros. Na divisão do trabalho há simbiose como há também entre os grupos sociais; e se esta é necessária, o parasitismo, por ser opositivo e negativo, é reprovável.

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