Dionisíaco
Refere-se ao culto de Dioniso da antiga Grécia que, entre os romanos, tornou-se Baco e, na decadência, Momo.
Empregado na filosofia e na estética para indicar o irracional, o intuitivo, o sensível e o afetivo do homem, em oposição ao intelectual, ao Apolíneo. Considerando-se o homem pelo lado da animalidade e da intelectualidade, caberia ao extremo primeiro o dionisíaco, e ao segundo, o Apolíneo. O classicismo seria Apolíneo, enquanto o romantismo seria dionisíaco. As vivências sensíveis e páthicas pertencem ao dionisíaco, e as vivências intelectuais ao Apolíneo.
O impulso estético e criador, em que a vida se liberta, em que as alegrias e as dores da vida são novamente experimentadas. Para Nietzsche é vontade de viver ou a vontade de potência dinâmica e apaixonadamente manifestada.