Díada
(do gr. dyas, dois, dualidade)
a)
Empregado sempre para indicar a presença de uma oposição, de um dualismo antagônico ou meramente antagonista.
b)
Significa o que se nos apresenta dois, embora harmonizados, identificados, numa mesma substância, como nas díadas divinas.
c)
Refere-se também ao dualismo no sentido de dois princípios, de onde surgem todas as coisas. Assim Yang e Yin, na filosofia chinesa, Ormuzd e Ahriman, na persa, etc.