497. O Magistério condena «a crueldade da guerra»
[1032] e pede que seja considerada com uma abordagem completamente nova
[1033] : de fato, «não é mais possível pensar que nesta nossa era atômica a guerra seja um meio apto para ressarcir direitos violados»
[1034] . A Guerra é um «flagelo»
[1035] e não representa nunca um meio idôneo para resolver os problemas que surgem entre as nações: «Nunca foi e jamais o será»
[1036] , porque gera conflitos novos e mais complexos
[1037] . Quando deflagra, a guerra torna-se uma «carnificina inútil»
[1038] , uma «aventura sem retorno»
[1039] , que compromete o presente e coloca em risco o futuro da humanidade: «Nada se perde com a paz, mas tudo pode ser perdido com a guerra»
[1040] . Os danos causados por um conflito armado, de fato, não são apenas materiais, mas também morais
[1041] : a guerra é, ao fim e ao cabo, «a falência de todo o autêntico humanismo»
[1042] , «é sempre uma derrota da humanidade»
[1043] : «nunca mais uns contra os outros, nunca mais, nunca!... nunca mais a guerra, nunca mais a guerra! »
[1044] .